sexta-feira, março 10, 2006
quarta-feira, março 08, 2006
Adeptos de Futebol
Sou adepto do Fonte Pratense Futebol e Chinquilho. De longe o maior clube de toda a freguesia de Alhos Vedros. Ser do Fonte Pratense é ser melhor, nadar como a tainha (símbolo do nosso clube), lutar por todas as conquistas, no fundo ser diferente.
Os nossos arqui-rivais, cujo Nome Não Se Menciona, são tudo uma cambada de grunhos que não interessa a ninguém, que nem merecem ser considerados seres-humanos. A não ser aqueles que são fâs da nossa banda, ou o caso de um dos meus chefes, ou o meu primo Zeca, ou ainda os meus dois parceiros do dominó… enfim, toda a malta amiga que teve infelizmente esse terrível momento de mau gosto.
Ontem foi dia de derby. A verdade desportiva foi completamente escamoteada. O árbitro levou os gajos ao colo. Pelo menos três deles. Os bombeiros não trouxeram macas e o juiz do desafio era o único com “caparro” para transportar aqueles bisontes gordos para fora das quatro linhas.
O Shaka marcou dois golos que foram vergonhosamente anulados. Um por fora-de-jogo que ninguém viu a não ser o fiscal de linha (estávamos todos entretidos a lançar tremoços e caricas ao guarda-redes adversário, nem demos por nada). O outro por uma suposta falta do nosso avançado sobre o defesa-central deles, quando toda a gente viu que foi ao contrário. O tipo é que agrediu brutalmente à cabeçada a biqueira da bota esquerda do nosso jogador!!
O resultado final cifrou-se num empate a zero. As defesas superiorizaram-se aos ataques, ou como disse um companheiro meu de bancada: “As equipas atarraxaram-se uma na outra”.
Os nossos arqui-rivais, cujo Nome Não Se Menciona, são tudo uma cambada de grunhos que não interessa a ninguém, que nem merecem ser considerados seres-humanos. A não ser aqueles que são fâs da nossa banda, ou o caso de um dos meus chefes, ou o meu primo Zeca, ou ainda os meus dois parceiros do dominó… enfim, toda a malta amiga que teve infelizmente esse terrível momento de mau gosto.
Ontem foi dia de derby. A verdade desportiva foi completamente escamoteada. O árbitro levou os gajos ao colo. Pelo menos três deles. Os bombeiros não trouxeram macas e o juiz do desafio era o único com “caparro” para transportar aqueles bisontes gordos para fora das quatro linhas.
O Shaka marcou dois golos que foram vergonhosamente anulados. Um por fora-de-jogo que ninguém viu a não ser o fiscal de linha (estávamos todos entretidos a lançar tremoços e caricas ao guarda-redes adversário, nem demos por nada). O outro por uma suposta falta do nosso avançado sobre o defesa-central deles, quando toda a gente viu que foi ao contrário. O tipo é que agrediu brutalmente à cabeçada a biqueira da bota esquerda do nosso jogador!!
O resultado final cifrou-se num empate a zero. As defesas superiorizaram-se aos ataques, ou como disse um companheiro meu de bancada: “As equipas atarraxaram-se uma na outra”.
terça-feira, março 07, 2006
A origem dos nomes de terras cá da zona
Moita – Era uma vez um moinho puxado por uma vaca. A vaca chamava-se Tá. O dono da Vaca, e do moinho, passava o dia a dizer: “Moí Tá, Moí Tá.
Baixa da Banheira – No tempo em que os mouros dominavam a região (segundo o Pinto da Costa ainda dominam), havia um tipo mouro que tinha trazido um cavalo árabe de nome Dabanheira. O tipo era bastante pequeno e sempre que queria montar o cavalo exclamava: baixa Dabanheira, baixa!!
Alhos Vedros – No local onde hoje existe a vila de Alhos Vedros existia uma pequena aldeola de nome desconhecido. Não há aldeola sem uma mercearia. O merceeiro chamava-se Vedros e era surdo que nem um pneu!!! Sempre que o pessoal lá ia às compras e pedia alhos ele dizia: “O quê? Não percebi. Disse alhos ou bugalhos?”. Ao que lhe respondiam: “Alhos, Vedros! Eu disse alhos!
Coina – A terra inicialmente chamava-se Vaigina. O nome foi-se vulgarizando e hoje é conhecida por Coina.
Lavradio – Um tipo trabalhava na agricultura, lavrando a terra com o seu burro de nome Dio. O homem não se cansava de exclamar: “Lavra Dio, lavra Dio”.
Arroteias – Local onde na idade média se realizavam concursos de arrotos. O nome ficou para relembrar esses tempos áureos.
Tudo isto é ficção, com a excepção duma das terras, onde segundo a lenda a coisa se passou mesmo assim. Conseguem adivinhar qual é?
Baixa da Banheira – No tempo em que os mouros dominavam a região (segundo o Pinto da Costa ainda dominam), havia um tipo mouro que tinha trazido um cavalo árabe de nome Dabanheira. O tipo era bastante pequeno e sempre que queria montar o cavalo exclamava: baixa Dabanheira, baixa!!
Alhos Vedros – No local onde hoje existe a vila de Alhos Vedros existia uma pequena aldeola de nome desconhecido. Não há aldeola sem uma mercearia. O merceeiro chamava-se Vedros e era surdo que nem um pneu!!! Sempre que o pessoal lá ia às compras e pedia alhos ele dizia: “O quê? Não percebi. Disse alhos ou bugalhos?”. Ao que lhe respondiam: “Alhos, Vedros! Eu disse alhos!
Coina – A terra inicialmente chamava-se Vaigina. O nome foi-se vulgarizando e hoje é conhecida por Coina.
Lavradio – Um tipo trabalhava na agricultura, lavrando a terra com o seu burro de nome Dio. O homem não se cansava de exclamar: “Lavra Dio, lavra Dio”.
Arroteias – Local onde na idade média se realizavam concursos de arrotos. O nome ficou para relembrar esses tempos áureos.
Tudo isto é ficção, com a excepção duma das terras, onde segundo a lenda a coisa se passou mesmo assim. Conseguem adivinhar qual é?
sexta-feira, março 03, 2006
A colaborar na Cidadela
Agora às Sextas-feiras podem encontrar-me na Cidadela dos Incultos. Um Blog criado pelo seu Guardião, que decidiu convidar um grupo de pessoas para escrever no seu espaço.
Aqui sempre dei ênfase ao humor, por vezes sem sentido, por vezes com uma pontinha de crítica. Na Cidadela irei tentar fazer as coisas um pouco ao contrário, com uma critica explicita e uma pontinha de humor. Não se esqueçam de aparecer por lá.
Aqui sempre dei ênfase ao humor, por vezes sem sentido, por vezes com uma pontinha de crítica. Na Cidadela irei tentar fazer as coisas um pouco ao contrário, com uma critica explicita e uma pontinha de humor. Não se esqueçam de aparecer por lá.
quinta-feira, março 02, 2006
O Carnaval Celta em Portugal
O tema em si encerra vastas considerações. Como não temos tempo, resta-nos contar um episódio ocorrido algures no ano 42 a.C., no território hoje conhecido por Portugal, mais concretamente na Mealhada.
O luso território era então ocupado pelo Império Romano, que impunha as suas leis e costumes. No entanto o povo, de profundas raízes celtas, teimava em manter as suas tradições, entre elas o jogo da malha, o bacalhau cozido e claro… o Carnaval.
Eram meses e meses a fio a preparar tudo, desde fatos de fantasia, carros alegóricos, coreografias. Tudo tinha que estar preparado para quando chegasse a altura a coisa fosse em grande!!
A rainha do Carnaval desse saudoso ano foi Cleópatra, a Egípcia. O Rei foi um tal de Marcus, estrela das Novelas do Coliseu de Roma e sobrevivente dum Reality Show, onde teve que viver durante três anos dentro duma jaula com dois tigres da Malásia, um Bretão gay e um Legionário com traumas de guerra.
Dos carros alegóricos levados ao desfile, houveram dois que deram mais nas vistas: Um em forma de navio nórdico, cheio de indivíduos mascarados de Bárbaros Escandinavos a beber cerveja e a lançar serpentinas para o público. O outro era uma nau grega, com remadores etíopes a serem chicoteados por um tipo gordo e careca. Uma grandiosa orgia na proa, num estilo muito hardcore, completava o cenário.
Para além disso pode-se ainda realçar os Cabeçudos que desfilaram com caricaturas do César, do Asterix, do Aristóteles, do Sócrates e do Cavaco, ao som de rufos e gaitas, tocando hits da época como o “Tu pensas que o bagaço é água” ou o “Mãezinha eu quero!”.
O luso território era então ocupado pelo Império Romano, que impunha as suas leis e costumes. No entanto o povo, de profundas raízes celtas, teimava em manter as suas tradições, entre elas o jogo da malha, o bacalhau cozido e claro… o Carnaval.
Eram meses e meses a fio a preparar tudo, desde fatos de fantasia, carros alegóricos, coreografias. Tudo tinha que estar preparado para quando chegasse a altura a coisa fosse em grande!!
A rainha do Carnaval desse saudoso ano foi Cleópatra, a Egípcia. O Rei foi um tal de Marcus, estrela das Novelas do Coliseu de Roma e sobrevivente dum Reality Show, onde teve que viver durante três anos dentro duma jaula com dois tigres da Malásia, um Bretão gay e um Legionário com traumas de guerra.
Dos carros alegóricos levados ao desfile, houveram dois que deram mais nas vistas: Um em forma de navio nórdico, cheio de indivíduos mascarados de Bárbaros Escandinavos a beber cerveja e a lançar serpentinas para o público. O outro era uma nau grega, com remadores etíopes a serem chicoteados por um tipo gordo e careca. Uma grandiosa orgia na proa, num estilo muito hardcore, completava o cenário.
Para além disso pode-se ainda realçar os Cabeçudos que desfilaram com caricaturas do César, do Asterix, do Aristóteles, do Sócrates e do Cavaco, ao som de rufos e gaitas, tocando hits da época como o “Tu pensas que o bagaço é água” ou o “Mãezinha eu quero!”.
quarta-feira, março 01, 2006
Consultório de Sexologia II
“Olá Talk Talk, tenho uma namorada que é louca por sexo, para além de ser uma mulher que provoca imensos olhares da parte dos homens. Mas eu não sinto vontade de fazer o amor. Nego frequentemente o aconchego do seu corpo. Será que sou gay?”
Ricardo,26 anos, Margem Sul
Talvez não sejas gay, não desanimes ok? Por outro lado é quase certo que és cabrão.
“Amigo Talk, sou grande fã dos I-Glamour. Tenho um grave problema. Sempre que me sento no sofá, esmago o meu abono de família, coisa que me causa grande transtorno. Será que tenho bolas muito grandes? O que poderei fazer?”
Anónimo, Montemor-o-Novo
Começo por responder-te com uma pergunta? Já jogaste ténis? Se sim ou se já agarraste numa bola dessa modalidade faz o mesmo com um dos teus testículos. Se concluíres que a bola de ténis é de dimensão superior então não há nada de errado contigo (desde que eles sejam maiores do que um berlinde), se acontecer o contrário… bem …senta-te no sofá de pernas abertas.
“Meu querido Talk Talk, sonho dia e noite com o Crazy Charm, estarei grávida?”
Anónima, Lisboa”
Não, mas o teu cérebro está todo carcomido!!!
Ricardo,26 anos, Margem Sul
Talvez não sejas gay, não desanimes ok? Por outro lado é quase certo que és cabrão.
“Amigo Talk, sou grande fã dos I-Glamour. Tenho um grave problema. Sempre que me sento no sofá, esmago o meu abono de família, coisa que me causa grande transtorno. Será que tenho bolas muito grandes? O que poderei fazer?”
Anónimo, Montemor-o-Novo
Começo por responder-te com uma pergunta? Já jogaste ténis? Se sim ou se já agarraste numa bola dessa modalidade faz o mesmo com um dos teus testículos. Se concluíres que a bola de ténis é de dimensão superior então não há nada de errado contigo (desde que eles sejam maiores do que um berlinde), se acontecer o contrário… bem …senta-te no sofá de pernas abertas.
“Meu querido Talk Talk, sonho dia e noite com o Crazy Charm, estarei grávida?”
Anónima, Lisboa”
Não, mas o teu cérebro está todo carcomido!!!
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