A cultura Moitense está de parabéns. Entre um filme realizado pelo japonês Sako Guito, radicado na Albânia há 30 anos, sobre a puberdade e a descoberta do corpo no feminino e a leitura de trechos da lista telefónica do Madagáscar na letra j e k, assistimos a um concerto simplesmente notável. Foi qualquer coisa de extraordinário. Chegou a ser comovente assistir ao vibrar dos cerca de 5 a 6 espectadores entusiastas da música alternativa, que ali estiveram.
O auditório Toiros e Campinos viveu o seu momento máximo de rochosa intelectualidade, cheio de revivalismo e de pura magia cultural.
Uma banda do outro mundo, recheada de talento e imaginação proporcionou durante 3 horas (até os homens da Câmara virem cortar a água) momentos de ilusão e esplendor musical. Falamos dos Ping Fluido. Quatro jovens, 3 tocadores de torneiras e um A.J. (Alguidares Jockey). A fórmula é simples, com três torneiras pingando água ao sabor da cuidadosa cadência decidida e controlada pelos três estranhos percussionistas, o 4º elemento, qual génio da coreografia e do ritmo, muda os alguidares (eram cerca de 14 alguidares de diversos tamanhos) debaixo das torneiras criando loucas melodias. Simplesmente genial!!!!! Pouco mais há a dizer…
O auditório Toiros e Campinos viveu o seu momento máximo de rochosa intelectualidade, cheio de revivalismo e de pura magia cultural.
Uma banda do outro mundo, recheada de talento e imaginação proporcionou durante 3 horas (até os homens da Câmara virem cortar a água) momentos de ilusão e esplendor musical. Falamos dos Ping Fluido. Quatro jovens, 3 tocadores de torneiras e um A.J. (Alguidares Jockey). A fórmula é simples, com três torneiras pingando água ao sabor da cuidadosa cadência decidida e controlada pelos três estranhos percussionistas, o 4º elemento, qual génio da coreografia e do ritmo, muda os alguidares (eram cerca de 14 alguidares de diversos tamanhos) debaixo das torneiras criando loucas melodias. Simplesmente genial!!!!! Pouco mais há a dizer…

