terça-feira, dezembro 30, 2008

A Culinária e o Ténis

- Olha lá “Tók”, porque é que não falas um dia sobre grandes salames no teu blogue. É pá acho que é um assunto interessante e que vai atribuir uma seriedade ao teu blogue que este nunca teve.
- Uau… estou parvo contigo pá.
- Porquê?! Não achas que grandes salames é um bom assunto?!
- Não é isso. Salames são um óptimo assunto…
- Então?!
- Não estava à espera que usasses as palavras “atribuir” e “seriedade” em discurso fluído e logo na mesma frase… nem arrotaste pelo meio nem nada… parabéns!
- Ah deixa-te de merdas… e então vais falar em grandes salames ou não?
- Quer dizer… eu por mim falava em salames grandes e até em salames pequenos… mas eu de culinária percebo pouco!
- Culinária?! Mas o que é que culinária tem a ver com o “Wembleidone” e o “Rolando Garrôs”?!

segunda-feira, dezembro 29, 2008

Topografia

- Talk, o que é um topógrafo?
- É um tipo que tira cotas.
- Tira cotas?! Mas tira os cotas donde?!
- (…)!

terça-feira, dezembro 23, 2008

sábado, dezembro 20, 2008

quinta-feira, dezembro 04, 2008

quarta-feira, novembro 26, 2008

Porque a bola é redonda… A Táctica

Cada treinador de futebol, perante a matéria humana que possui, as características do adversário, a qualidade do terreno de jogo e a altura da maré, define a melhor táctica possível para tentar levar de vencida a equipa adversária.
É isso que eu faço. Pessoalmente e salvo alguns percalços de última hora (como no caso do burro do Ti’Bezana que pastava no Campo do Brejos junto ao grande círculo) eu gosto de jogar em 4-3-3 em pressão alta, sempre pronto a lançar os contra-ataques baseados no “poder de tiro” do Zé Chico, o nosso trinco. Cada “lasca” do Chico é uma verdadeira bomba secreta e letal. Secreta porque não é acompanhada de qualquer efeito sonoro, dando-se a conhecer apenas quando os seus odores atingem as narinas dos adversários, ou seja, tarde demais para reagir. Letal porque até as ervas daninhas que desabrocham rebeldes, num raio de 40 metros no pelado do Estádio do Lombo desfalecem aquando da descarga.
Por vezes esta táctica transforma-se num 4-2-3. A dose de feijoada à transmontana que é administrada ao Manel, 15 minutos antes do início do jogo, possui outros efeitos secundários, provocando-lhe uma prolongada ida aos balneários, que é como quem diz uma corrida na direcção do monte de entulho, depositado nas salinas ali ao lado.
Mas tenho outros “truques” na manga. Costumo colocar o Shaka a jogar sobre a linha, fazendo marcação serrada ao fiscal de linha que acompanha o nosso ataque. Dessa forma consigo fazer com que o Zé “Brutaganhas” não seja apanhado em fora-de-jogo, apesar das duas canadianas e da lata de cerveja na mão.

Crónica de “Facadas” Canhoto, Treinador de Futebol